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quinta-feira, 31 de março de 2011

Relações de Gênero

Seminário sobre Relações de Gênero, realizado em Curitiba em 2009.

   
       Em nossa sociedade comumente nos referimos aos gêneros (masculino e feminino) ainda que façam parte de uma sincronia única. Evoluímos e é preciso agregar novos paradigmas dos quais sejam valorizados apenas um gênero: O humano.
       Realmente não importa se um gênero é melhor que o outro, o necessário é ressaltar que seres imperfeitos podem alcançar a perfeição juntos.
       Já está mais do que na hora de lutarmos pela igualdade, pela justiça; não se esqueçam que existem ótimos donos-de-casa e ótimas motoristas de caminhão;tornando todas as pessoas capazes de superarem seus próprios limites.
       O caráter de um ser não pode ser julgado pelo seu sexo e sim pelas suas ações perante si mesmo e a sociedade. Nesta sociedade, ainda extremista, um novo paradigma será o respeito mútuo entre os seres e a igualdade como meta. O primeiro passo neste novo rumo já foi dado!
                                                                          
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=Gp3XAWyRDzM, acesso em 31/03/2001 às 23h.

Educação do campo-Diário de Bordo.

Ó do campo! Ó de bordo!

             Nem todo rio desemboca no mar. Há os que perdem suas águas longe de seus destinos e gotejando no campo, evaporam sem se darem conta de sua importância.
              Educação no campo é embarcar em um cruzeiro precário que promete atender à diversidade social brasileira em rios assoriados pelo êxodo rural rumo aos atrativos urbanos.
             O analfabetismo rural, o atraso escolar das crianças que vivem no campo, são desculpas que o poder público emprega para justificar a “predestinação rural”.
             Hoje a luta dos camponeses é por direitos mínimos para os trabalhadores e escola de qualidade para que os filhos permaneçam dignamente no campo, para que possam engajar-se na sociedade como cidadãos críticos, participativos e cientes de seu próprio valor.
            O rumo das águas turvas retornam ao leito natural do respeito à diferença. A Escola da Alternância é uma das possibilidades para atender filhos de agricultores, para que tenham uma educação teórica de melhor qualidade, voltada para embasar a formação prática nas propriedades rurais. Entendo que este projeto possibilitou que a permanência das famílias e seus filhos no campo com garantia de direitos e emancipação social.
             Anos atrás, trabalhei em uma cidade do interior de São Paulo e vi muita criança abandonando a escola na época da colheita por causa da distância, do cansaço etc.E, por isso, concordando com um calendário escolar diferenciado.
            Enfim, termino essa empreitada assumindo que foi importante navegar nas linhas deste capítulo e conhecer iniciativas tão dignas e importantes para o homem do campo cujo olhar marejado de suor e lágrimas  merece nossos aplausos.

Ó de bordo! Terra a vista!

           Cresci ouvindo uma música de uma peça publicitária que dizia assim: “ Seu Cabral ia navegando, quando alguém logo foi gritando: Terra a vista! Foi descoberto o Brasil.” E, víamos na TV, um desenho mostrando a armada de Cabral que chegava às praias brasileiras, onde era recebido pelos indígenas que gritavam: “Bem vindo, seu Cabral!”.
Quanto romantismo  ingênuo permeou as páginas de nossa infância! Hoje, desvendando os processos históricos e as políticas sócio-culturais indígenas percebemos que o tal processo civilizatório não passou de uma desculpa esfarrapada para a aniquilação de várias nações constituídas, com autonomia política, econômica e cultural.
            Repito: hoje, a educação indígena busca valorizar a cultura herdada, recuperar a dignidade de um povo por tanto tempo ultrajado, além se inserir-se em um Brasil tão diversificado.Lutam contra preconceitos, falta de apoio governamental e por leis que assegurem o respeito a seus valores e suas vidas.
Tive oportunidade de trabalhar alguns livros escritos e ilustrados por crianças indígenas. Foi muito interessante ver que meus pequeninos queriam escrever suas histórias para compartilhar com as crianças indígenas que vivem na Amazônia.
           O estudo deste capítulo possibilitou a transformação de nosso conhecimento e atitudes em uma nova consciência que ora se estabeleceu.
Nosso respeito e admiração aos professores indígenas que pensam uma escola de qualidade “como o curso de um rio que corre para o mar.” (pág. 92. Educ. p/ pop específicas).
           Agradeço por mais estes momentos a bordo deste transatlântico educacional!

Kigrãg - Aprender [parte 1 e 2] Educação Indígena



Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=lOQZWI0C1Sk, acesso em 31/03/2011 às 23h30min.

terça-feira, 29 de março de 2011

A Luta das mulheres pela cidadania...Por Anita Pires.

        Este vídeo da educadora Anita Pires aborda a questão e o fato de que antigamente a mulher não era considerada uma cidadã e uma abordagem histórica quando a mesma começou a exercer a cidadania e das modificações na trajetória feminina conquistadas depois do direito ao voto, da capacidade de construir a relação entre as pessoas e de como a participação das mulheres pode modificar paradigmas.


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=d_BfaxrpnAg, acesso em 29/03/2011 às 21h20min.

Momento cidadania.

      Este vídeo nos chama atenção para os cidadãos marginalizados, e que os mesmos precisam ser notados e ajudados para que realmente se tornem cidadãos (com direitos e deveres) e que apesar de tentar resolver esta situação não seja fácil,nos envoca a lutar pela cidadania. Reflita sobre seu papel como cidadão e de que maneira você pode contribuir (mesmo de maneira pequena) para melhoria da qualidade de vida humana.


      Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=ly-dtu0UOgU, acesso em 29/03/2011.

Cidadania e Reciclagem...

       Apesar de ter já elucidado os conceitos de cidadania no vídeo anterior, creio que tal repetição seja enfatizada para reforçar e compreender melhor nosso papel como cidadão.
É um vídeo leve, que creio que poderia ser direcionado à crianças,pois sua trilha sonora agrada e as informações dadas são de fácil absorção,bem como abre possibilidade de a partir da compreensão desse vídeo as crianças evidenciarem seus novos conhecimentos aos pais, que acabam por aprender com seus filhos(as).

       O vídeo entrelaça cidadania, educação,questão da participação e o projeto de reciclagem. Vale a pena assistir!

Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=Kl8QARffG10&feature=related, acesso em 29/03/2011 às 11h20min.